Há desaparecimentos que acontecem devagar. Quase em silêncio.
Escrever a própria história muda o lugar de onde a gente olha para ela. Nomear o que ficou sem nome é um ato de cuidado e respeito consigo.
Este texto é parte de um livro em construção — uma...
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Há desaparecimentos que acontecem devagar. Quase em silêncio.
Escrever a própria história muda o lugar de onde a gente olha para ela. Nomear o que ficou sem nome é um ato de cuidado e respeito consigo.
Este texto é parte de um livro em construção — uma autobiografia sensível sobre o que se perde no esforço de caber, e o que se encontra quando a gente para de se tomar como medida dos outros.
Paula Ugalde dos Santos (2026). Outros textos: @entrelinhasdapaula
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