Há um instante no qual todo movimento retorna à sua origem.
Nesse ponto de quietude, o universo parece sustentar a própria respiração — e o Criador contempla a si mesmo através do silêncio.
A serenidade não é ausência de ação, mas plenitude de sentido.
É...
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Há um instante no qual todo movimento retorna à sua origem.
Nesse ponto de quietude, o universo parece sustentar a própria respiração — e o Criador contempla a si mesmo através do silêncio.
A serenidade não é ausência de ação, mas plenitude de sentido.
É o estado no qual a consciência deixa de buscar, porque já reconhece que o que buscava sempre foi o próprio Ser.
A paz não é uma conquista, mas uma recordação; é o eco do primeiro som, antes que o som fosse emitido.
No ápice da criação consciente, tudo repousa em harmonia vibracional.
A mente deixa de projetar e o coração, de exigir.
Resta apenas o espaço puro da Presença — o espelho transparente onde a realidade se reflete sem distorções.
Neste espaço, o Criador e a criação se confundem: não há dualidade entre quem observa e o que é observado.
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