LINGUA PORTUGUESA : TEXTOS E CONTEXTOS
RATOS NA BIBLIOTECA
À noite a biblioteca ficava guardada por um vigia.
Mas, apesar disso, ela era
invadida por um bando de ratos.
Os ratos, como se sabe, adoram roer papel velho.
E o que mais havia na biblioteca era...
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LINGUA PORTUGUESA : TEXTOS E CONTEXTOS
RATOS NA BIBLIOTECA
À noite a biblioteca ficava guardada por um vigia.
Mas, apesar disso, ela era
invadida por um bando de ratos.
Os ratos, como se sabe, adoram roer papel velho.
E o que mais havia na biblioteca era papel velho.
.
.
Os ratos entravam em todas as salas.
Cinco, dez bichos de cada vez.
Aproveitando a escuridão da noite, punham-se a roer papéis, a mexer nas
prateleiras, derrubando livros das estantes, e a fazer xixi sobre livros novos.
Era um transtorno! E como eles eram muito ligeiros, o vigia não podia fazer
quase nada, a não ser espantá-los de vez em quando.
É que o coitado do homem morria de medo de ratos!
O prejuízo só não era maior porque o número de livros da biblioteca parecia
infinito.
.
.
No meio daqueles ratos havia um, magrinho e desajeitado, chamado Aspônsio.
De tão mirradinho que era, os outros ratos só o chamavam de Asponsito.
E o pobrezinho era tão míope que tinha dificuldade para correr entre as
prateleiras
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