“Mas do que eu mais gostava era que o meu avô Ramiro me contasse histórias, com a sua voz muito serena, muito pausada. Nunca mais esqueci a primeira história que ele demorou uma eternidade a contar: a (…) que ainda agora sei contar como ele me ensinou:”...
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“Mas do que eu mais gostava era que o meu avô Ramiro me contasse histórias, com a sua voz muito serena, muito pausada. Nunca mais esqueci a primeira história que ele demorou uma eternidade a contar: a (…) que ainda agora sei contar como ele me ensinou:” (António Mota, Pinguim, 2010)
E que história poderia ter sido contada pelo avô Ramiro ao seu neto? Histórias de animais e plantas, princesas e reis, magos e feiticeiras, do mundo da fantasia ou da realidade… São tantas as histórias que podem nascer na cabeça de uma criança!
Da imaginação para a folha de papel ou para o computador, estas são as histórias que os terceiros e quartos anos do Centro Escolar de Baião acharam que o avô Ramiro (ou, quem sabe, os seus próprios avós) poderia contar.
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